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COMO UMA BREJEIRA ESCOLI- ASTA
J.L. Mora Fuentes.
Surgindo como resposta ao convite do editor Wilson Marini, os textos são lúcida irreverência, humor e crítica impiedosa das mofinezas humanas, bem como da comiseração pela fragilidade e desatinos da espécie. Aliando prosa e poesia para estampar o absurdo que partilhamos na matéria, a inquietante Hilda bombardeou, durante 62 contundentes semanas, a tradicional sociedade campinense com questionamentos essenciais [leia mais]

GNOSE, GNOSTICISMO, A POESIA DE HILDA HILST.
Cláudio Willer.
Havia prometido – a mim e a apreciadores da poesia de Hilda Hilst – prosseguir o que foi exposto em Amavisse , de Hilda Hilst: pacto com o hermético, publicado em Agulha (1), por sua vez a transcrição de um artigo publicado em 1990 no caderno Idéias do Jornal do Brasil, a propósito do lançamento do livro de poesias Amavisse. Especialmente, prometera ampliar o exame da presença do gnosticismo em sua obra.
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POESIA OBSCURA/LUMINOSA DE HILDA HILST
Nelly Novaes Coelho.
Como toda grande poesia (a que se faz voz de um eu interior centrado em si mesmo e ali buscando resposta para o Enigma da Vida) a de Hilda Hilst (1934-2004) expressa em seu suceder as transformações de seu tempo. [leia mais]

HILDA HILST POR JORGE COLI.
“Qual a boa metáfora para descrevê-la: uma pluma? Uma flor delicada que, por milagre, anda? Um cristal frágil? Sua voz faz-se carícia tímida. Para onde foi a Hilda Hilst desbocada, de tom enérgico, manejando palavrões que abalaram bem-educados e bem pensantes?(...)"
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ENCARNAÇÕES DA POESIA
Claudio Willer.

Já disse isso em outras ocasiões: São Paulo, em 1960, sendo já uma metrópole, ainda tinha, culturalmente, características de província. Sabia-se de tudo, ou do que importava, sem precisar de noticiário na imprensa. Um dos assuntos da cidade naquele momento: a palestra sobre Artaud por Dora Ferreira da Silva (onde foi? no IAB?).
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HILDA HILST: A MORTE E SEU DUPLO
Cristiane Grando.

“Lego-te os dentes./ Em ouro, esmalte e marfim.” Muito além da imagem de um rosto deslumbrante, Hilda Hilst legou-nos suas obras, mais de 40, publicadas, de 1950 a 1995, em versos que foram se tornando cada vez mais complexos
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O CADERNO ROSA DE LORI LAMBY, com Iara Jamra.

HILDA HILST É HOMENAGEADA COM SÉRIE DE EVENTOS GRATUITOS.
”Hilda Hilst O Espírito da Coisa”, espetáculo em cartaz no Teatro do Centro da Terra, programou uma série de atividades gratuitas como forma de homenagear a grande escritora brasileira, falecida há 5 anos. O projeto “Hilda Hilst O Espírito da Coisa” inclui exposição homônima, oficinas, palestras, ciclo de filmes, apresentações únicas de outras peças teatrais e leituras dramáticas.
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QUATRO PORTUGUESES CONHECENDO HILDA.
Texto enviado por um grupo de música erudita português que inicia trabalho com poemas de Hilda. Ficamos muito contentes de ver que a obra de Hilda, cada vez mais, emociona leitores por todo o mundo.
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O FENÔMENO HARRY POTTER E O NOSSO TEMPO EM MUTAÇÃO
Nelly Novaes Coelho.
Sucesso inusitado que, evidentemente, vem suscitando uma avalanche de críticas, pró e contra esse “enfeitiçamento” dos leitores, causado por esses volumosos livros, com suas centenas de páginas cobertas de letras, frases longas, nomes difíceis  e... sem ilustrações. E isso, em plena Era da Imagem.
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ROBERTO MATTA: "O SOL PARA QUEM SABE CONGREGAR" - Leo Lobos (Tradução de Geruza Zelnys de Almeida).
Nascido no Chile em 11 de 11 de 1911, formou-se arquiteto aos 22 anos e partiu para a Europa onde trabalhou no projeto “cidade radiante” com o pintor, arquiteto e teórico franco-suíço Le Corbusier (1887-1965). Ao final de 1934 visitou a Espanha, onde conhece, na casa de seus tios diplomatas, o poeta chileno Pablo Neruda (1904-1973) e os poetas espanhóis Rafael Alberti (1902-1999), e Federico García Lorca (1898-1936).
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POR UM CANCIONEIRO VÍVIDO
Edson Tobinaga.
...flauta, trompa, viola, violoncelo... Esta é a seqüência de timbres por que passeia a linha melódica da introdução da pequena grande obra-prima que é a Canção do Amor Demais de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, presente no memorável disco homônimo de 1958. [leia mais]

BENJAMIN: KAFKA A PROPÓSITO DO 10º ANIVERSÁRIO DE SUA MORTE
Luiza Novaes.
Benjamin inicia o ensaio, nos contando uma anedota sobre a depressão de um czar, Potemkin, e a burocracia do acúmulo de papéis uma vez que o responsável não os assinava. A simplicidade e a facilidade que um dos funcionários arranjou para a empreitada tão complexa aos olhos dos chanceleres, de fazer o czar assinar os papéis, para ele, Chuvalkin, era viável. [leia mais]

CAMUS
Luiza Novaes.

Camus começa seu ensaio sobre Kafka, denominado por ele como: A esperança e o absurdo na obra de Franz Kafka, pensando na necessidade que Kafka deixa para o leitor de releitura da obra, ao menos duas vezes, por que o autor pensa na possibilidade da dupla interpretação senão mais outras. [leia mais] 



 


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